Crônicas · Relacionamentos

Crônica: um amor de conveniência

fraan

Eu não sei se esse termo existe ou eu inventei.. Mas o que digo como amor por conveniência é amar quem está com você só porque é mais fácil. A pessoa já tá ali, te faz bem, te supre de tudo, é amiga, é dedicada e você acaba tendo a certeza que ela sempre estará ali. Sente falta da companhia e da cumplicidade mas, não sente falta dos sentimentos. As cobranças são poucas, os cuidados dados são poucos, é o famoso “receber sem dar”. Amar porque tá ali na zona de conforto, não precisa de esforço pra conquistar e reconquistar. É uma forma de sentir-se satisfeito sem arriscar. O medo de enfrentar as negatividades desacompanhado, afinal se torna mais fácil com alguém pra dividir. Amar por conveniência é enganar ao outro e a si, confiando cegamente no “tá tudo bem”, mesmo com o Apocalipse zumbi acontecendo lá fora, e o principal, não ter que se enfrentar todas as noites quando a solidão apertar. Amar por conveniência é adiar momentaneamente a felicidade, achando que já a detém.

😉

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2 comentários em “Crônica: um amor de conveniência

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